“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.” – 1ª Timóteo 6:10
Muitos cristãos têm se perguntado se o bitcoin e outras criptomoedas são instrumentos de Deus para a liberdade financeira ou se fazem parte do plano maligno que a Bíblia revela sobre os últimos tempos. Em Apocalipse 13 lemos sobre um sistema de controle global, onde ninguém poderá comprar ou vender sem a marca da besta. Assim, a tecnologia das criptomoedas pode se tornar uma ferramenta para tal cenário, já que tudo nelas depende do meio digital e da validação de sistemas centralizados ou monitorados.
A Palavra de Deus, porém, nos alerta que o problema nunca está apenas no instrumento em si, mas no coração humano. O bitcoin, assim como qualquer moeda, pode ser usado tanto para o bem quanto para o mal. Mas se alguém coloca sua confiança na riqueza acumulada, seja ela em papel, ouro ou criptomoeda, já está distante do propósito de Deus, que nos ensina a ajuntar tesouros no céu e não na terra (Mateus 6:19-21).
O cristão é chamado a amar o próximo e socorrer os necessitados. Provérbios 21:13 nos lembra: “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, ele mesmo também clamará e não será ouvido.” Portanto, se Deus lhe concede mais do que o necessário para viver, não acumule por medo ou ganância, mas use seu excedente para ajudar a quem precisa. Assim, qualquer recurso — seja bitcoin, moeda física ou outro — pode ser instrumento de bênção em suas mãos.
Em resumo, o bitcoin não é de Deus nem do diabo em sua essência; o que importa é como e para que é usado. O diabo pode usá-lo para oprimir e controlar, mas Deus pode usar até mesmo esta tecnologia para sustentar seus filhos e socorrer aos necessitados. Cabe ao cristão manter o coração firme em Cristo, não no dinheiro, lembrando que somente n’Ele está a nossa verdadeira segurança.
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