“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho.” – Ezequiel 18:20
Não. Nem o autismo nem nenhuma outra doença ou condição de saúde debilitada pode ser considerada maldição hereditária. Aliás a bíblia deixa isso bem claro no versículo acima. Existem condições genéticas que passam de pai para filho e, podem causar doenças neste sentido mas, ainda assim, não tem nenhuma relação com maldições hereditárias.
A criança com autismo traz muita atenção para si, pois o transtorno do espectro autista apresenta, entre outras coisas, déficit nas relações sociais e dificuldades de comunicação. Neste sentido, a criança ou adulto com este transtorno tende a se manifestar – muitas vezes – com gritos como se estivesse sendo agredida ou torturada. Isso é resultado do incômodo ou desconforto que a pessoa sofre e, na dificuldade de se comunicar ela grita.
Todos nós nascemos deficientes por causa do pecado e precisamos de salvação. Deus não desistiu de nós e Cristo deu sua vida em sacrifício para nos salvar. Portanto, não devemos desistir de nenhuma vida. Mesmo que ela venha com algum defeito aparente, ainda assim foi Deus quem permitiu que esta vida fosse introduzida sob nossos cuidados. O que aparentemente se apresenta como “maldição” pode ser bênção e acabar ajudando milhares de pessoas quando você dá amor ao doente e ajuda aos que tem necessidade. “Amar ao próximo como a si mesmo”.
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https://deusteabencoe.com.br/afinal-maldicoes-hereditarias-existem-ou-nao/
Gleysson Salles
