“porque será exercido juízo sem misericórdia sobre quem não foi misericordioso. A misericórdia triunfa sobre o juízo!” – Tiago 2:13
A Bíblia apresenta Deus como o Senhor soberano sobre toda a vida. Ele é o Criador e o Juiz justo de toda a terra. As ordens de destruição, como no caso dos cananeus e amalequitas, não foram atos arbitrários de crueldade, mas parte do juízo divino contra nações cuja maldade havia chegado ao extremo após séculos de paciência divina como vemos em Gênesis 15:16.
Esses povos não eram inocentes no sentido de estarem livres da culpa coletiva de sociedades corrompidas e violentas. O juízo de Deus sobre essas nações visava também proteger o povo de Israel da contaminação por práticas abomináveis, como a idolatria e o sacrifício de crianças como vemos relatado em Deuteronômio 20:18.
O propósito de Deus não é destruir, mas salvar. Em Cristo, Deus oferece misericórdia e vida eterna a TODOS os povos, mostrando Seu verdadeiro desejo de amor e redenção.
O juízo de Deus no Antigo e no Novo Testamento revela a Sua santidade e justiça, mas sempre aparece dentro de um plano maior de redenção. Deus não tem prazer na morte do ímpio (Ezequiel 33:11), mas deseja que todos cheguem ao arrependimento (2 Pedro 3:9).
Portanto, a Bíblia nos ensina que o amor de Deus é eterno e inigualável – havendo dado seu Filho para sacrifício por nós -, e Sua misericórdia está sempre estendida, mesmo quando o juízo é necessário.
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