“Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada.” – João 14:23
Quando Paulo orienta Timóteo sobre organização, autoridade e ensino, ele não se baseia em cultura da época, mas na criação. Veja o que diz em 1ª Timóteo 2:12 e 13 “Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva.”. Paulo aponta para uma estrutura estabelecida por Deus antes da queda. Assim, o pastorado não aparece como um encargo dado às mulheres.
Isso não diminui o valor da mulher diante de Deus, nem sua contribuição ao Reino. A Bíblia apresenta inúmeras mulheres usadas poderosamente: profetisas, servas fiéis, discípulas dedicadas, auxiliadoras estratégicas no ministério apostólico e exemplos de fé. O fato de a liderança pastoral ser confiada aos homens não implica limitação espiritual, mas distinção de funções.
Veja o que diz em Tito 2:3-5 “Da mesma forma, as mulheres mais velhas devem ser sérias em seu proceder… a fim de instruírem as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e filhos, a serem prudentes, puras, boas donas de casa, bondosas e sujeitas aos seus maridos…”. Mulheres têm pleno espaço para servir, ensinar outras mulheres, aconselhar, interceder, tudo dentro da ordem estabelecida por Deus.
A mulher mais incrível em toda a Bíblia não foi uma guerreira ou profetisa famosa. Foi uma jovem mãe, aparentemente comum, vivendo um chamado único. Não liderou um exército, não arrebatou multidões com discursos, não se envolveu em dramas políticos. Ela foi mãe. Ela era Maria, mãe de Jesus.
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