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Como Deus pode ser um Pai Amoroso e um Juiz que Condena?

“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.” – Hebreus 13:8

O amor e a justiça de Deus caminham juntas em perfeita harmonia. Veja que Deus provou seu amor pela humanidade como vemos em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”.

No mesmo sentido o mesmo Deus que ama tem que ser justo como vemos em 2ª Timóteo 4:1 “Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, …”.

Para compreender melhor, se o seu pai fosse um policial ele teria de combater o crime com rigor quando estivesse na rua. Mas ao chegar em casa e tirar a farda ele pegaria você no colo e seria um pai amoroso. Assim é o Senhor em diferentes ocasiões.

Vemos, no Antigo Testamento, Deus – muitas vezes – implacável, limpando a terra da iniquidade e, logo após compassivo, resgatando o seu povo da servidão. no Novo Testamento vemos Cristo como o amigo amoroso confortando os que são seus e, em outro momento, destruindo as barracas dos que vendiam dentro do templo.

Deus é o mesmo sempre! 

Jesus voltará – em breve – como o justo Juiz. Aqueles que não creram em Cristo como Salvador irão conhecê-lo aplicando todo o rigor da Lei aos que perecem. Aqueles que creram, iniciarão o primeiro dia da eternidade com o Senhor no paraíso para todo o sempre!

1 comentário em “Como Deus pode ser um Pai Amoroso e um Juiz que Condena?”

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