“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.” – Salmos 119:105
Abaixo ofereço uma análise imediata da marca da besta, com base nos quatro métodos conhecidos de interpretação da literatura apocalíptica:
1 · Segundo o método Preterista (Passado – Já aconteceu)
Errado – Não houve nenhum tipo de marca para controle econômico mundial naquela época e, em nenhuma outra de acordo com a história. Inclusive diversos fatores do livro de Apocalipse ainda não se cumpriram. Exemplos: A volta de Cristo, O reino dos céus na terra justificada, entre outros;
2 · Segundo o método Futurista (Futuro – Vai acontecer)
Parcialmente Correto – Está de acordo com a realidade, sendo aceito como algo que ainda vai acontecer, pois não há precedente histórico para o controle através da marca, seja ele econômico ou populacional. Porém este método é falho em passagens que temos provas históricas que já ocorreram e ainda ocorrem. Exemplo: A atuação dos 4 Cavaleiros do Apocalipse e as tragédias que os seguem;
3 · Segundo o Historicismo (Cadeia sequencial de eventos)
Parcialmente Correto – É aceito no que se refere a “marca da besta” tendo em vista a cadeia sequencial dos eventos, portanto atende o fato de que a marca da besta ainda virá, pois os fatos posteriores ainda não ocorreram segundo a história. Sobre os fatos anteriores, alguns já puderam ser comprovados na história. Porém este método também apresenta falhas, pois nem todos os relatos no livro de Apocalipse devem ocorrer cronologicamente numa sequência exata, uma vez que temos simbolismos que refletem a alertas e não a realidade dos fatos.
4 · Segundo o Idealismo
Errado – A “marca da besta” não trata de um princípio ou de um alerta para ser aplicado a qualquer tempo ou lugar. Fala especificamente de um momento na história e de um tipo de acontecimento que irá ocorrer fisicamente sobre aqueles que aqui ficarem.
Podemos concluir que nenhum método “específico” de interpretação deve ser considerado pleno para estudar as escrituras, uma vez que é o Espírito Santo de Deus, e apenas Ele, que nos dá a correta interpretação da Palavra de Deus. Portanto, não devemos depender de “métodos”, mas sim do próprio Deus na interpretação da bíblia.
